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Coaching: como contratar (Parte 2)

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No texto anterior, abordamos a dificuldade que muitos executivos e empresas têm para encontrar um bom coaching. Falamos dos “especialistas” com aspas e, também, sobre as barreiras que os contratantes encontram ao procurar este tipo de serviço.

Neste post, vou falar dos critérios que um gestor deve tomar ao contratar um coaching.

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As empresas se baseiam em uma série de variáveis para se decidir pelo melhor coaching. São elas:

– Base metodológica do coaching para todas as fases do processo;
– Contrato por resultados – entendimento e comprometimento mútuo com o resultado (Coach, Empresa e Coachee);
– Processo de coaching 100% alinhado com a estratégia da empresa e as metas a serem alcançadas;
– Consultores com formação e experiência em Coaching para executivos;
– Processo estruturado e com início meio e fim – 6 a 8 meses – sessões regulares de coaching;
– Utilização de ferramentas de suporte ou instrumentos de perfil;
– Alinhamento constante com RH e envolvimento do líder do participante no processo;

Num primeiro momento pode parecer óbvio, Mas isso, acredite, é o mínimo que um um processo de coaching responsável precisa oferecer. É perfeitamente plausível que as empresas devem tomar cuidado na contratação, pois não podemos deixar que o coaching se “prostitua” como em outras profissões no mercado. Existe uma infinidade de nichos que o processo de coaching pode abordar; apenas lembre-se de pesquisar a experiência profissional do Coachee.

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Para as empresas que têm a necessidade de considerar os aspectos e as competências que precisam desenvolver nos em seus líderes, o Business Coach pode cair feito uma luva. Este método de coaching apresenta um processo de desenvolvimento bem estruturado como começo, meio e fim, e trata questões com foco no presente e futuro do Coachee. Além disso, está sempre alinhado com um objetivo a ser atingido em um determinado período de tempo.

Este tipo de coaching é o mais apropriado, pois dialogamos com situações do cotidiano dos executivos e para os quais recomendo esta modalidade de desenvolvimento:

Líderes recém promovidos

– Mudança de cultura organizacional;
– Conflitos internos;
– Mudança especifica de um comportamento onde impactam com diversos setores;
– Aumento do potencial profissional.

Alguns executivos, apesar de estarem abertos ao desenvolvimento personalizado, ainda enxergam com uma certa cautela e preocupação o processo de coaching. Confundem o coaching com terapia, causando um certo bloqueio. Onde deve entrar em cena o RH para desmitificar essa cultura, claro que o Coach tem um papel importante em mostrar a diferença.

coachingOutra situação importante é analisar a seriedade do coaching, experiência profissional, formação e em qual instituição realizou o treinamento. Existem inúmeras instituições de renome, mas outras, não tão boas assim, aproveitam a onda e formam novos Coaches.

Na terceira e última parte desta série, vou abordar os cuidados que a empresa (através de seu gestor ou departamento de RH) deve ter.

 

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João Ricardo Zimmermann
Coach & Consultor para Líderes e Organizações
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www.joaoricardocoach.com.br

João Ricardo Leader Coach
João Ricardo é Leader Coach, formado pelo IBC (Instituto Brasileiro de Coaching), Executive Coach pela SBCoaching, Consultor DISC e Diretor Industrial, com mais de 20 anos de experiência em liderança de equipes, gestão de conflitos, planejamento estratégico e lean manufacturing. Atualmente lidera mais de 300 pessoas e sua missão é potencializar pessoas e preparar organizações para o exercício de uma liderança diferenciada.
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